Irmãs tiram quarenta fotografias em quarenta anos

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Ativistas pediram a resposta inicial Os primeiros anos da epidemia de Aids foram uma época incerta e perturbadora. As comunidades LGBTQ estavam perdendo amigos e entes queridos para a doença, um após o outro, sem saber como ou por quê. Durante todo o tempo, a sociedade parecia fazer vista grossa para a tragédia. Organizações de gays e lésbicas negros, por sua vez, lutaram contra os pôsteres de campanha que traziam o conceito errôneo de que a Aids afetava principalmente homens gays brancos. Cientistas e médicos tentavam entender o que causava a doença e como ela se espalhava, tornando o processo de encontrar um tratamento ainda mais desafiador. As terapias no final dos anos 80 e 90 O quadro começou a mudar no final dos anos 80 e começo dos 90, à medida que terapias mais eficazes se tornaram disponíveis e transformaram o que significava viver com HIV. Outra mudança importante também aconteceu naquele ano. Um desses ativistas foi Ryan White, um adolescente de Indiana que contraiu Aids em por meio de agulhas contaminadas ao se tratar para hemofilia. Sua identidade de homem negro heterossexual ajudou a demonstrar que qualquer pessoa pode contrair a doença.

Ela era uma ativista da resistência judaica holandesa que foi presa em Ravensbrück como prisioneira política. Deu-lhes muito poderio sobre os prisioneiros. Algumas prisioneiras foram muito maltratadas, espancadas. Ravensbrück era o maior campo exclusivamente feminino da Alemanha nazista. Mais de mil mulheres de toda a Europa foram presas cá. Muitas eram lutadoras da resistência ou oponentes políticos. Outras foram considerados inadequadas para a sociedade nazista: judias, lésbicas, prostitutas ou mulheres sem-teto. Pelo menos 30 mil mulheres morreram aqui.

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